Críticas

“Sensibilidade e Fortaleza: Os dois sabores da música que Cândida traduz. Como num tear etéreo de notas musicais misteriosas, íntimas e calorosas, sua arte desvela um sentimento permeável e dissoluto de um êxtase que alimenta nossa seiva… humana e aprendiz.” Daniel Mã, singer songwriter, São Paulo, 2015.

“It is with pride and joy that I see Cândida Borges, a Brazilian pianist and educator from Bahía, breaking in to the multimedia world with such ease. That short film with her rendition of Egberto Gismonti’s piece “Memória e Fado” show her artistry and cultural depth.” Zé Luis, saxophonist/ composer, New York, 2015.

“Na faculdade, estudávamos juntos muitos que hoje, cada um a seu modo, criam um pouco a música no Brasil. Dos que fazem coisas novas e de bom gosto, Marcus Tardelli, Claudia Castelo Branco, Cândida Borges são os nomes que mais me impressionam – não só pela consistência e inteligência musical mas sobretudo pela sensibilidade. Agora Cândida me sai com esse clipe despretensioso e chique, interpretando a música do mestre Egberto. É um deleite para ver e ouvir.” Leandro Oliveira, OSESP Conductor, São Paulo, 2015

“É muito gratificante poder acompanhar de perto o constante crescimento artístico de Cândida Borges. Desde os tempos em que foi minha aluna de Harmonia na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Cândida sempre demostrou um talento excepcional para a Música e para o piano. Isso somado ao seu temperamento inquieto, que busca sempre novas e ricas experiências, faz com que ela seja uma das figuras mais atraentes do cenário musical brasileiro da atualidade. Nessa versão do tema “Memória e Fado”, de Egberto Gismonti, podemos desfrutar da delicadeza e profundidade do seu toque pianístico além da beleza ímpar de sua figura de mulher” Rio de Janeiro, 27 de agosto de 2015. Marco Pereira. “Cândida always demonstrated an exceptional talent for music and the piano. This added to her restless character, which always seeks new and rich experiences, makes her to be one of the most attractive figures of today’s Brazilian music scene”. Marco Pereira, guitarrist/ composer, Rio de Janeiro 2015.

“Ouvindo “Memória e fado” de Gismonti por Cândida Borges. Fecho os olhos. Arpejos suspendem as cortinas do instante, abrindo janelas impalpáveis. O piano invade a casa e os jardins da lembrança e da fantasia, quando as imagens e os sons se confundem. Numa tarde laranja de céu azulado, ouço risos de brincadeiras sob as árvores ao sol. ” – Vamos, corramos até a linha infinita do horizonte, alcançar um raio último de calor! Mas o dia pouco a pouco mergulha no véu da noite, só restando o silêncio e uns pensamentos. Agora, tudo é distância e quietude, apenas lembranças dos abraços e sorrisos ausentes. Abro os olhos. Estou no meu quarto, parado. Agora, não é mais hora de sonhar viver, mas de olhar a vida presente, as coisas presentes, enquanto lá fora brilham as estrelas. Há cerca de 30 anos atrás, Egberto Gismonti foi um dos que promoveram em minha sensibilidade musical uma espécie de “travessia” estética. Até então, a MPB predominava, com sua simplicidade melódica, sua referência aos temas do cotidiano (o amor e política), de apelo mais imediato. A música instrumental, ou abstrata, mais “exigente”, perdia em comunicação o que ganhava em complexidade formal. O que me parece é que Egberto, com Hermeto Pascoal e alguns outros, mas principalmente esses, desenvolveu uma linguagem que, embora herdeira das transformações “liberadoras” do jazz contemporâneo pós Miles Davis, incorporava elementos de nossa herança cultural mais própria, até arcaica, o que transmitiu ao abstrato da forma “instrumental” traços de uma memória familiar negra, interiorana, nordestina, européia. Não sei por que, mas sempre ouço Hermeto como se ele estivesse tocando numa feira popular, e Gismonti, numa casa, num sítio do interior. Essas são minhas impressões, é claro, algo evanescente e subjetivo, mas diz do meu modo de compreender a forte emoção desencadeada por essa música que, como a de Villa-Lobos, é ao mesmo tempo moderna e brasileira. Com a intimidade de quem “é de casa”, Cândida transpõe a música de Egberto para uma dimensão ainda inaudita, ao mesmo tempo nova e fiel. Por sua extrema sensibilidade e técnica ao piano, combinadas com a íntima compreensão da sonoridade gismontiana, ela dá forma fluente e consistente a uma música que, ultrapassando agora o experimentalismo do free-jazz, ruma ao céu dos clássicos eternos, como um balão para sempre iluminado.” Fernando Ribeiro, filosofo/escrito, Rio de Janeiro, 2015.

“Conheci a Cândida há bem pouco tempo, mas o suficiente para ver seu grande potencial como pianista, cantora, e musicista em geral. O vídeo está excelente, não só por nos trazer esta bela versão de Gismonti, mas pela sensibilidade de produção e esmero com que foi feito… parabéns!!!” Arthur Barbosa, conductor/ composer, Porto Alegre, RS. 2015.

“Sensibilidade à flor da pele. A bela mulher e a certeira musicista se misturam na fumaça enebriante do ambiente. Gismonti não poderia estar melhor representado. A música é feminina.” Marcelo Mira, cantor e compositor. São Paulo, 2015.

“Era para eu chorar? Se era, conseguiste! É penetrante, conciso e lindo! Parabéns! E o cenário torna a música misteriosa e petrificante … cada uma das notas tocada, chora clamando por ser liberta face as vicissitudes deste mundo atual que destrói a essência de qualquer coração esperançoso de um mundo harmonioso! Só você com essa alma inquieta e mente sempre avançada que consegue enchergar o que ainda está por vir (adiante)! “Mulher abençoada por deuses desconhecidos” – João Cabral, composer and guitar player, Maputo, Moçambique, 2016.

“Trabalho lindo, intenso e poético! A música e a imagem se entrelaçam como uma performance integrada, rica em signos e provocações sensoriais. Em toda a composição as referências estão em diálogo, desde o movimento do corpo e das mãos dançando no piano, até a iluminação que corta ações no espaço, selecionando poeticamente o que se mostra e o que se encobre ao olhar, como acontece na música, entre as pausas reverberando dinâmicos silêncios, e o renascer dos sons criando a música em pura poesia espacializada. Parabéns Cândida Borges por sua música, sua poesia, seu fado, suas memórias, por todo este belo e forte universo poético sonoro e imagético.” Denise Telles, actress, director and performer, Rio de Janeiro, 2015.

“Excelente! Beautifully rendered with substance and simplicity. Clearly a gifted artist who has a great deal to offer. ” Julie Holtzman, jazz piano player, New York, 2016.

 

 

 

 

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